Ensino Superior

Um renovar do associativismo extraordinário

Cedida por Diogo Lopes

“Valor simbólico” da quota para cumprir objetivo de “abertura das portas da Casa” à cidade. DG/AAC acrescenta ao estatuto de associado extraordinário possibilidade de aquisição, por 45 euros, de garrafa de vinho da Académica. Por Francisca Costa e Solange Francisco 

Em conferência de imprensa, no Museu Nacional Machado de Castro, no dia 23 de abril, a Direção-Geral da Associação Académica de Coimbra (DG/AAC) apresentou o relançamento do estatuto de associado extraordinário. Diogo Lopes, vice-presidente da DG/AAC, destacou que o atual mandato definiu como prioridade a “abertura das portas” da Casa e o retorno deste regimento realiza-se neste sentido. “Havia uma lacuna específica que impedia pessoas de participar na AAC se não fossem estudantes ou não fossem parte integrante das estruturas”, esclarece.

Diogo Lopes explica que o estatuto de associado extraordinário surgiu no mandato de 2020/2021, e difere dos restantes associados, na medida em que engloba cidadãos fora da comunidade estudantil que de alguma forma se identificam com a academia e na qual pretendem intervir. Um dos requisitos para a obtenção deste estatuto é o pagamento de uma quota anual de um “valor simbólico” de 12 euros e que, por um preço acrescido de 45 euros, segundo Diogo Lopes, é incluída uma garrafa de vinho da loja oficial da AAC. Clarifica que “esta movimentação estratégica pretende adequar o produto à faixa etária mais representada” neste estatuto – uma geração mais velha.

O pagamento desta quota manteve-se intacto desde o seu aparecimento, uma vez que é “um contributo à Casa”. Neste sentido, o vice-presidente elucida: “não queremos que um dos critérios para aceder a associado extraordinário se constitua como uma barreira”. As diferenças deste relançamento do projeto passam, ainda, pelo aumento das parcerias e também dos campos de ação e variedade em que estas atuam, informa. 

No âmbito de benefícios para a comunidade conimbricense, este projeto permite que o edifício-sede acolha um público mais abrangente que pode, também, participar ativamente na dinâmica da Casa. Diogo Lopes expõe, ainda, que esta adesão, “fundamental para a cidade”, teve um ponto de partida muito positivo e, a médio e longo prazo, o pretendido é continuar este aumento. O vice-presidente terminou por referir que a questão da garrafa de vinho tem despertado interesse e agradece às entidades que se juntaram à Casa e trabalharam diretamente na reconstrução deste projeto. 

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