Ensino Superior

Miguel Ramiro Francisco candidata-se à Comissão Disciplinar da AAC

Daniela Fazendeiro

Lista A tem como pilares a “Ação e Competência”. No decorrer da campanha, estudante procura informar comunidade académica acerca de funções do órgão. Por Pedro Cruz

O período de campanha eleitoral para o Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra (CF/AAC) e a Comissão Disciplinar da AAC (CD/AAC) está a decorrer desde o dia 1 e acaba a 9 de abril. Miguel Ramiro Francisco encabeça a candidatura da Lista A – Ação e Competência para o órgão investigativo da Casa. A ida às urnas vai ter lugar nos dias 9 e 11 de abril, sendo a primeira data para os votos antecipados.

O estudante na Licenciatura em Arqueologia reconhece que, nos últimos mandatos, os associados ao órgão justificam a sua inatividade com a falta de disponibilidade. Sobre o atual mandato da CD/AAC, o candidato considera que não foi feito um bom trabalho, no entanto, “não deixa de haver listas alternativas que possuem grande importância para a democracia da Casa”.

Miguel Ramiro Francisco salienta: “temos de ver os Estatutos não só como uma folha de papel, mas sim como fruto da história e da luta dos estudantes”. Dessa forma, acredita que a sua candidatura se distingue por ser “alternativa”. Nesse sentido, destaca que a interação com os alunos não se pode limitar às redes sociais, procurando estabelecer, ao longo da campanha eleitoral, um contacto mais próximo com a comunidade académica, visando explicar o papel e a importância da CD/AAC.

O candidato apresenta a “Ação e a Competência” como os pilares da sua lista, com base no contexto do atual mandato. Justifica a “Ação” como a efetiva realização dos processos, como é o caso do diálogo com os estudantes, e a “Competência” como forma de combater erros passados, por exemplo, “demissões e notas de repúdio”. Miguel Ramiro Francisco idealiza, então, a necessidade de um equilíbrio entre a “Ação” e a democracia para que se possa realizar um trabalho “conjunto, de respeito mútuo e para que as coisas se concretizem”. Esclarece que a democracia “é demorada, mas possui um grande valor”, e que, simultaneamente, tem a necessidade desta agilidade. “Estamos aqui pela AAC, em defesa daquilo que são os Estatutos, e há-de haver respeito por isso”, exalta.

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