Ensino Superior

Lista T entra na disputa pelo Conselho Fiscal da AAC

Cedida por Alexandre Gomes

Alexandre Gomes aposta em “transparência, digitalização e proximidade”. Candidato acredita que futuro presidente do CF/AAC precisa de ser alguém “trabalhador, competente e conhecedor dos Estatutos”. Por Guilherme Borges

A lista T candidata-se para o primeiro contingente do Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra (CF/AAC) com o lema “Uma Académica para Todos”. As eleições para o órgão vão decorrer no dia 11 de abril entre as 10 e 19 horas. O CF/AAC é o principal órgão fiscalizador da Casa, responsável por dar os pareceres dos relatórios de todos os organismos da AAC e festas académicas. É constituído por onze membros e tem a palavra final no julgamento de irregularidades estatutárias investigadas pela Comissão Disciplinar/AAC.

Alexandre Gomes, estudante na Licenciatura em Direito na Universidade de Coimbra, encabeça a lista T e é o atual vice-presidente do CF/AAC. Em relação ao mandato prestes a acabar, o candidato assume: “tivemos muito trabalho e soubemos responder da melhor forma”. Nesse sentido, defende que, caso seja eleito, o trabalho “não será apenas de continuação, nem de rutura completa” do já desenvolvido. Por isso, com base na sua experiência, vai “replicar o que correu bem e aprender com os erros”.

Sobre as qualidades que um presidente do órgão de fiscalização deve ter, o estudante julga ser necessário ser-se “trabalhador, competente e conhecedor dos Estatutos da AAC”, e acredita possuir esses atributos. Além disso, argumenta ser importante a eleição de um presidente que já tenha passado pela estrutura, pois os “Estatutos são uma legislação complicada” e é preciso entender a teoria, assim como dominar a prática das competências do CF/AAC.

Alexandre Gomes sublinha que a lista T se destaca ao ter como pilares “a transparência, a digitalização e a proximidade”. O candidato preocupa-se que “muitos associados não saibam direito o funcionamento da Casa”, mas também entende que isso é “normal”, já que “essa informação não chega a todas as pessoas”.

Para combater esse problema, acredita ser fundamental promover a transparência e a divulgação das eleições dos organismos da Casa. Nesse sentido, e em relação à digitalização, propõe abrir espaço para que as secções tenham lugar dentro das plataformas das votações.

Acerca da relação com os estudantes, explica que, para diminuir a abstenção e valorizar o CF/AAC, o próximo mandato precisa de se dedicar à aproximação com os associados. Com esse objetivo, suscinta a importância da pedagogia para explicar às estruturas os Estatutos da AAC e a visão do órgão disputado sobre o documento. Além disso, Alexandre Gomes pretende divulgar o trabalho do CF/AAC para “deixar claro” que não serve “para punir”, mas para “precaver tudo o que possa acontecer”.

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