Ensino Superior

Lista I – Integridade e Democracia é candidata ao Conselho Fiscal da AAC

Por Clara Neto

Assegurar cumprimento dos Estatutos da AAC e promover proximidade com estudantes entre objetivos do projeto. Diogo Curto, cabeça de lista, salienta importância da Assembleia Magna para funcionamento da Casa. Por Liliana Martins

A Lista I é uma das candidatas ao Conselho Fiscal da Associação Académica de Coimbra (CF/AAC). Sob o mote “Integridade e Democracia” e encabeçado por Diogo Curto, o projeto está a concorrer ao primeiro contingente do órgão, cuja eleição vai ter lugar no próximo dia 11 de abril.

Segundo Diogo Curto, a apresentação da candidatura baseia-se na crença de que o CF/AAC é o organismo “mais capaz” de garantir que os Estatutos da AAC são cumpridos. “Trata-se de valorizar um documento pelo qual lutámos muito”, explica. O estudante da Universidade de Coimbra reforça a importância do regulamento estatutário para a democracia da Casa, sobretudo no que diz respeito à escolha dos seus dirigentes.

A par disso, o contacto direto com a comunidade estudantil também é prioridade na candidatura da Lista I. “O trabalho de fiscalização, para ser reconhecido, tem de ser feito em proximidade”, defende Diogo Curto. Nesse sentido, o cabeça de lista promete manter o “compromisso com todos os estudantes e associados seccionistas, bem como com os seus problemas e aspirações”.

A composição da equipa é outra das propriedades destacadas pelo seu primeiro efetivo. O jovem revela que o projeto é composto por “pessoas de diferentes faculdades e com experiências distintas, mas capazes de convergir para discutir os problemas dos estudantes”. O mandatário da Lista I acredita, pois, que esta diversidade de elementos e pluralidade das suas visões pode ser benéfica para a estrutura.

Ainda que o organismo que se propõe a presidir seja o CF/AAC, Diogo Curto não descura a relevância da Assembleia Magna: “tem de estar claro para todos que é o órgão soberano da AAC”. Assim, o candidato acredita que o CF/AAC deve utilizar as assembleias para se “apresentar perante os estudantes que o elegeram” e auscultar a comunidade académica. “Devemos aproveitar os espaços mais democráticos da Casa de forma a contribuir para o reconhecimento do Conselho Fiscal”, conclui.

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