Desporto

Equipa feminina de futsal da AAC/UC regressa a Casa com prata

Cedida por Carolina Silva

Segundo lugar no pódio deixa sentimento “agridoce”, reflete treinadora. Capitã de equipa realça “orgulho” no grupo, que considera “família”. Por Matilde Mendes

A fase final do Campeonato Nacional Universitário, que decorreu de 22 a 26 de Abril,  em Aveiro contou com a participação da equipa feminina de futsal da Associação Académica de Coimbra/Universidade de Coimbra (AAC/UC). As jogadoras conquistaram o título de vice-campeãs pelo segundo ano consecutivo.

A capitã da equipa, estudante de mestrado em Ensino de Educação Física, Carolina Silva, conta que a participação nesta competição foi “muito positiva”, uma vez não perderam jogos até à final. Ainda assim, e apesar de terem “grandes ambições, não foi possível manter a tendência vitoriosa”. Quando questionada acerca das dificuldades enfrentadas, a treinadora, Bruna Dias, aponta que as “lesões graves” foram uma das principais. Por outro lado, a capitã considera que o “cansaço físico sentido”, um dos entraves. “Foi uma competição muito desgastante”, menciona Carolina Silva.

Quanto à preparação realizada, a treinadora explicita que iniciaram os treinos em setembro, seguindo-se o apuramento e a fase final. Além da prática do desporto, a mestranda salienta a “dedicação” do grupo e equipa técnica, visível mesmo em período de férias de forma a tornar possível este resultado.

Apesar de um sentimento “agridoce”, Bruna Dias afirma que a equipa está “contente com a prata”. A capitã explicita que não foi o que “sonharam”, mas que o carinho se fez sentir pela cidade e que o “importante é a vontade de melhorar para o próximo ano”. Nesse sentido, o próximo campeonato “vai passar por mais trabalho para conseguir o tão desejado ouro”, menciona. Em relação ao futuro, a próxima competição ainda está por definir. Existe, no entanto, a possibilidade, como refere Bruna Silva, de serem convocadas para o Campeonato Europeu Universitário de Futsal “tal como no ano passado”.

Quanto à ajuda por parte da AAC, a treinadora considera que é proporcional às necessidades da equipa, sublinhando a evolução desde o tempo em que foi atleta. Este apoio é percecionado como “uma motivação extra para que os resultados apareçam”, frisa Bruna Dias.

Carolina Silva termina atribuindo um agradecimento às colegas, à equipa técnica e à treinadora, que deu “muita alma ao grupo”. Salienta ainda o “orgulho” que sente em representar a AAC e em fazer parte da equipa, que vê “como família”.

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