Ensino Superior

CF/AAC, CD/AAC e órgãos intermédios tomam posse

Pedro Cruz

Alexandre Gomes e Bruno Santos são novos dirigentes dos órgãos centrais. Presidentes cessantes refletem sobre mandato. Por Pedro Cruz

A tomada de posse dos novos membros eleitos do Conselho Fiscal (CF/AAC), da Comissão Disciplinar (CD/AAC), do Conselho Cultural (CC/AAC) e do Conselho Inter-Núcleos (CIN/AAC) da Associação Académica de Coimbra aconteceu às 17h30, no Anfiteatro II da Unidade Central do Polo III da Universidade de Coimbra (UC). A cerimónia contou com a presença de Luís Neves, vice-reitor da UC, dos ex-presidentes do CF/AAC e da CD/AAC, Pedro Martins e David Cardoso, respetivamente, e da presidente da Mesa da Assembleia Magna da AAC (MAM/AAC), Carolina Rama. O presidente da Direção-Geral da AAC, Renato Daniel, não pôde estar presente durante a cerimónia por motivos pessoais.

Conselho Fiscal

David Cardoso proferiu as suas últimas palavras enquanto presidente do CF/AAC com “respeito e apreço”. Mencionou a transição como um momento de reflexão, onde percebeu o “espírito de um verdadeiro academista”. O estudante refletiu que, durante o mandato, não seguiu apenas os Estatutos da AAC como também cultivou um “ambiente de colaboração para tomar decisões de forma transparente”. Desejou que o seu legado sirva de inspiração para futuros dirigentes e membros da AAC. “Agradeço a resiliência, vontade e força de cada membro que possibilitou este mandato”, completou.

De seguida, a presidente da MAM/AAC convocou os membros eleitos pelo 1º contingente da CF/AAC: Alexandre Gomes, António Saraiva, José Mota, Camila Sousa, Francisco Gamboa, Ana Vidal, Tiago Alves, Martim Moura e Diogo Curto. Carolina Rama chamou também Gonçalo Vaz e Mariana Passos, eleitos pelo 2º contingente.

Para finalizar a tomada de posse, o novo presidente da CF/AAC, Alexandre Gomes, zelou pela “continuação do bom trabalho” e reconheceu que existem pontos que podem ser “melhorados e inovados”. Expressou ter como motivação construir uma “Académica para Todos” e referiu que as pessoas podem esperar “grandes coisas” do seu trabalho futuro.

Comissão Disciplinar

A tomada de posse da CD/AAC começou com um discurso de Pedro Martins, que fez o balanço de um ano que considerou desafiante, devido a percalços como a “falta de cooperação de associados” e a “escassez de recursos”. Contudo, ressaltou ter sido também uma época “de aprendizagens” e, nesse sentido, exaltou a divisão do Regimento Interno como a maior conquista do mandato. “Não apenas uma atualização, mas um aumento na transparência e justiça para a comunidade académica”, exclamou. Ao encerrar o seu discurso, Pedro Martins agradeceu à sua equipa pelo “trabalho duro e amizade” e reconheceu que os novos integrantes “estão à altura” dos desafios, mas que a equipa cessante está disponível para os ajudar caso seja necessário.

Carolina Rama convocou os membros eleitos pelo 1º contingente da CD/AAC: Bruno Santos, Henrique Andrade e Miguel Ramiro. Pedro Oliveira, representante eleito pelo 2º contingente, também foi chamado a palco.

Dando fim à tomada de posse da CD/AAC, Bruno Santos realizou o seu primeiro discurso como presidente do órgão. O estudante enfatizou estar a começar “um dos maiores desafios” da sua vida académica e referiu a capa que vestia como uma demonstração do peso da sua responsabilidade para com a Casa. Expressou também “querer ajudar mais a AAC juntamente com uma equipa trabalhadora” e que tem como foco a aproximação de todos à estrutura.

Órgãos intermédios

Os novos membros do CC/AAC foram chamados ao púlpito para oficializarem as suas posições. Vítor Sanfins é o novo secretário-geral do órgão, sucedendo a César Sousa. Foram ainda convocados os novos integrantes do CIN/AAC. Assim, o órgão conta com Joana Figueiredo e Maria Ribeiro, como secretárias, Simão Tavares, como tesoureiro, e Matilde Parada, como coordenadora das saídas profissionais.

Uma palavra do vice-reitor da UC

Para encerrar a cerimónia, Luís Neves declarou que esta é um “momento simbólico” no debate de ideias e pediu uma maior valorização para estas ocasiões, ao relembrar o pré-25 de Abril como uma época em que “não era possível difundir opiniões de forma livre”. O vice-reitor disse que “todos os órgãos são importantes” e que a Universidade se prontifica para ajudá-los.

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