Cidade

Delegação de Coimbra da Cruz Vermelha acolhe 30 novos voluntários

Catarina Duarte

Coordenador Nacional de Emergência sublinha importância de evento para “rejuvenescimento” da organização. “Campanhas de prevenção e trabalhos de investigação” fortalecem união entre CVP e UC, afirma Delfim Leão. Por Catarina Duarte

No dia 8 de dezembro, pelas 10h30, deu-se início à Cerimónia de Juramento e Compromisso de Honra da Delegação de Coimbra da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP). O evento decorreu no Átrio das Físicas e Químicas da Universidade de Coimbra (UC) e contou com a presença de representantes de diversas estruturas, entre os quais Delfim Leão, vice-reitor da UC, Renato Daniel vice-presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC) e o Coordenador Nacional de Emergência da CVP, Gonçalo Órfão.

Na cerimónia, foram apresentados os 30 novos voluntários da CVP da cidade de Coimbra, que prestaram Juramento de Honra à bandeira da organização. Outros foram ainda condecorados com as várias insígnias de técnicos de emergência.

Os princípios fundamentais da organização foram relembrados durante o evento. Albano Janelas, técnico de emergência principal, considera importante a valorização de atributos como a “humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade”. Estes são valores essenciais e constituem a base de atuação daqueles que participam na associação, destaca.

Gonçalo Órfão realça a importância que estes momentos têm para o “rejuvenescimento” da CVP e para a renovação de princípios como o voluntariado. “Esta cerimónia vem enaltecer a entrada de novos voluntários na instituição, o que é extremamente importante para alcançar todos os objetivos e para a continuidade de todo o trabalho que é desenvolvido em prol da comunidade”, constata.

Tanto o coordenador da CVP como o vice-reitor da UC evidenciam a importância de uma contínua e estreita parceria entre a Delegação de Coimbra e a UC. Delfim Leão destaca “campanhas de prevenção e trabalhos de investigação” realizados em colaboração. “A parceria com a Universidade permite-nos ter um trabalho muito mais efetivo e valorizável, mesmo a nível nacional”, remata Gonçalo Órfão.

Já para o vice-presidente da AAC, o evento “não só dignifica o património da UC, mas também valoriza os próprios voluntários”. Acredita que a escolha da localização da cerimónia facilita a captação de imagens por parte dos turistas, o que possibilita que a Universidade e os voluntários da CVP recebam reconhecimento “noutros sítios do país e do mundo”.

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