Ensino Superior

Nova Comissão Disciplinar prioriza consolidação junto das estruturas da AAC

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Novos dirigentes querem sublinhar caráter mais preventivo e consultivo do órgão. Presidente acredita que “quanto menos atua a CD/AAC, menos problemas há na casa”. Por Gustavo Freitas e Bruno Oliveira

Na passada quinta-feira, Fábio Santos, estudante do Mestrado Integrado em Ciências Farmacêuticas, foi eleito presidente do órgão, criado em 2018. Sob o lema “Todos pela Académica”, o grupo é formado por alunos de seis das faculdades da Universidade de Coimbra (UC).

O presidente da CD/AAC, que toma posse em março de 2020, já passou pela Direção-Geral da AAC (DG/AAC), no mandato de 2018/2019 como coordenador-geral da Pedagogia. Já os outros três membros efetivos, Luís Carvalho, Andreia Hermeiro e Francisco Brandão vão assumir pela primeira vez um cargo associativo num dos órgãos centrais da AAC. “O requisito geral [para integrar o grupo] era serem pessoas motivadas”, explica Fábio Santos.

A CD/AAC tem um papel de investigação na casa, com tutela e iniciativa da ação disciplinar na fase de inquérito. Junto ao Conselho Fiscal da AAC, forma o equivalente ao poder judiciário na instituição. “É um órgão de primeira instância cuja importância ainda não está bem consolidada entre os estudantes e até mesmo dirigentes associativos”, avalia o recém-eleito presidente.

Os novos dirigentes querem que a CD/AAC, para além de resolver situações, também as possa prevenir por meio da partilha de informações. “Quer-se consolidar o papel da CD/AAC com imparcialidade e presença regular junto às outras estruturas da casa”, afirma. Fábio Santos lembra que, “quanto menos atua a CD/AAC, menos problemas há na casa”.

A Lista T – “Todos pela Académica” foi a única concorrente à CD/AAC, como aconteceu nas eleições para o Conselho Cultural da AAC e para o Conselho Inter-Núcleos da AAC. Contudo, o futuro presidente do órgão destaca que “independentemente de terem sido uma lista única, isso não vai alterar a seriedade do trabalho”.

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